Thursday, July 3, 2008

Aumento nas vendas do Sandero e Logan

Graças ao sedã Logan e ao hatch Sandero, a Renault foi a montadora que mais ganhou posições no ranking das vendas de automóveis do primeiro semestre de 2008, divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Os números registraram um novo recorde da indústria automobilística nacional, com 1.338.078 unidades (crescimento de 30,16% em relação ao mesmo período de 2007).

A Renault, que chegou a amargar o sétimo lugar no fechamento do ano passado (com 69.907 unidades – 3,54% de participação), subiu para quinto no semestre (com 58.612 unidades – 4,38%). A liderança é da Fiat (335.815 – 25,10%), seguida pela Volkswagen (290.060 – 21,68%), GM (287.372 – 21,48%) e Ford (126.376 – 9,44%).

Depois da Renault, completando as dez primeiras montadoras, vêm: Honda (55.566 – 4,15%), Peugeot (41.238 – 3,08%), Toyota (34.566 – 2,58%), Citroën (34.437 – 2,57%) e Hyundai (21.248 – 1,59%).

Com a boa aceitação dos modelos desenvolvidos pela Dacia (subsidiária romena da Renault) e fabricados na planta de São José dos Pinhais (PR), a montadora de origem francesa se consolidou na liderança entre as “newcomers” – como são chamados os fabricantes instalados no país a partir dos anos 90.

Lançado há um ano, o Logan conquistou admiradores graças à funcionalidade e, principalmente, ao amplo espaço interno (o maior da categoria). Mesmo com um design antiquado, que acaba de ser reformulado na Europa, o sedã deu novo fôlego à montadora – que caminhava a passos lentos por causa da baixa aceitação do sedã Mégane e do envelhecimento da linha Clio.

Comparado aos best sellers do segmento, o Logan ainda está longe: vendeu 19.348 unidades no primeiro semestre, contra 50.650 do Fiat Siena (o Corsa Sedan lidera com 69.165 unidades, mas a GM soma as vendas do novo e do antigo modelo, rebatizado de Classic). Mas, para se ter uma idéia da façanha do Logan, o modelo francês ultrapassou o Fiesta Sedan (18.473).

Com a chegada do Sandero, no final de 2007, a Renault ganhou ainda mais força na busca pela liderança entre as “newcomers”. E o hatch, construído na mesma plataforma do Logan, repetiu o relativo sucesso. Vendeu 18.473 unidades de janeiro a junho e chegou a ultrapassar o terceiro colocado, o Chevrolet Corsa (23.346) no mês de maio. Os mais vendidos são o Volkswagen Fox (incluindo o CrossFox, 60.763) e o Ford Fiesta (28.588).

O Sandero foi o quarto de um total de seis novos modelos que serão lançados pela Renault até o final de 2009: os três primeiros foram Mégane, Mégane Grand Tour e Logan. Essa estratégia da montadora contou com um investimento de US$ 360 milhões no Brasil, dos quais US$ 230 milhões somente na plataforma B0, que além do Logan e do Sandero, ainda terá um novo modelo.

DTM

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Jamie green won the DTM race at the Norisring,an odd little track,two straights,a couple of hairpins and a chicane,lots of history and atmosphere,the Monaco of Germany...

Wednesday, July 2, 2008

Airbag pode se tornar item de série no Brasil

Se depender da Câmara dos Deputados o airbag, acessório que comprovadamente ajuda a salvar vidas no trânsito, vai se tornar equipamento obrigatório em veículos no Brasil. As montadoras esperam uma decisão dos rumos desse tema, enquanto os fabricantes dessas bolsas que inflam e amortecem o choque do motorista e do passageiro durante acidentes já se preparam para produzir muito mais.

Nos Estados Unidos, a adoção obrigatória do dispositivo de segurança há dez anos fez o número de mortes de motoristas cair 14%. Dados como esse incentivaram países europeus e o Japão a fazer a mesma exigência às montadoras.

No Brasil, onde as vítimas fatais no trânsito chegam a quase 35 mil por ano, cerca de 25% dos carros saem de fábrica com o equipamento. Entre os veículos populares esse índice ainda é reduzido: apenas 5%.

No entanto, para muitos motoristas, o item de segurança que custa até R$ 2,5 mil, está entre os últimos na lista de acessórios. “Acredito que acessório é mais estética. Roda, som, direção hidráulica, ar-condicionado, vidro elétrico”, diz o vendedor Marco Aurélio Cardoso. “Airbag não tem música, não tem nada”, afirma o taxista Edson de Araújo. “Eu me garanto no cinto”, garante o especialista em marketing André Godinho.

O publicitário Leandro Aguilar, de São Paulo, pagou mais pelo carro 0 km com airbag. “Veio no pacote. Na verdade, acho que ninguém quer usar o airbag”, diz. Porém, foi justamente o airbag que o salvou. Há cinco meses, ele dormiu ao volante quando voltava da casa da namorada e bateu num “guard rail”. “Na hora do impacto, minha mão torceu e aí já disparou o airbag”, recorda. “O carro acabou”, emenda.

Casos como o de Leandro começam a sensibilizar o Congresso Nacional. Um projeto de lei que obriga os fabricantes a equipar os carros novos com airbags foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. O projeto precisa ainda passar por outras votações. E se for aprovado, 100% dos automóveis terão que sair de fábrica com o equipamento até 2014.




Fonte

Tuesday, July 1, 2008

Educação no transito

Não só agora com a nova lei mais dura com relação ao nível de álcool permitido no sangue, já era sabido, ou deveria ser, que álcool e direção não combinam.
Mas como uma imagem vale mais do que mil palavras vejam o vídeo o pensem bem antes de beber e dirigir novamente:

Nova família Gol

A Volkswagen do Brasil lançou no domingo a quinta geração do carro mais vendido do país há 21 anos, o Gol. O carro, que consumiu investimentos de 1,2 bilhão de reais, faz parte de uma família que deve contar com até quatro modelos derivados e ajudar a empresa a retomar liderança no país, afirmou na quinta-feira o presidente da empresa no Brasil, Thomas Schmall.

O novo veículo começará a ser vendido na próxima segunda-feira com motores 1.0 e 1.6 e equipado com quatro portas, um dia depois da festa de lançamento para 10 mil convidados e que contará com presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O preço será próximo ao da versão anterior do Gol, cuja versão mais básica de quatro portas custa cerca de 29 mil reais, de acordo com a montadora. O novo modelo competirá com o Palio, da atual líder de mercado Fiat, e com o Celta, da GM .

"O novo Gol faz parte de uma plataforma para nos dar um crescimento sustentável. Um carro só não será suficiente (...) Mas vai depender de outros produtos que vamos explorar também", disse Schmall. "Vai haver uma nova família Gol, com três, até quatro versões", afirmou o executivo, informando que o novo Gol sedã deve ser lançado ainda este ano. A quarta geração do carro teve como derivadas uma picape (Saveiro) e uma perua (Parati).

A Volkswagen continuará produzindo a geração anterior do Gol, lançada em 2005, mas ela deixará gradualmente de ser fabricada com quatro portas e passará a contar com apenas duas. Com isso, o carro será posicionado para concorrer mais diretamente com o Uno, modelo mais básico da Fiat lançado há cerca de 20 anos e atualmente muito procurado por frotistas.

"Para a liderança (do mercado) você precisa de produto e hoje nós temos produto. Tínhamos perdido um pedaço desse mercado de leves", disse Schmall, sem revelar números de participação de mercado ou expectativas de vendas do novo Gol.

"Hoje não se faz carro para um mercado só. O novo Gol tem potencial mundial, poderia ir para Índia e Rússia, por exemplo. Estamos estudando", afirmou o executivo, acrescentando que exportações do novo carro para a Argentina devem começar um mês após o lançamento no Brasil. Atualmente, o Gol só é produzido no país, de onde é despachado para 15 países.

O Gol é o quinto carro mais vendido pelo grupo Volkswagen no mundo. Desde o lançamento da primeira geração do automóvel em 1980, a montadora vendeu 5,7 milhões de unidades.

AUMENTO DE PRODUÇÃO

O lançamento do novo Gol faz parte de um pacote de investimentos de 3,2 bilhões de reais que a montadora prevê desembolsar entre 2007 e 2011 em novos produtos e que envolveu a instalação de 500 novos robôs nas fábricas de São Bernardo e Taubaté (SP).

Schmall afirmou que a Volkswagen do Brasil trabalha ocupando praticamente 100 por cento da capacidade produtiva de suas três fábricas no país que, além de São Bernardo e Taubaté, incluem uma planta em Curitiba.

Apesar do nível de ocupação das fábricas, o executivo afirmou que há espaço para ampliações de unidades, com preferência da empresa à construção de uma nova planta ou a uma parceria. "Já temos três fábricas no Brasil, nosso foco é ampliar o que já temos."

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) estima vendas de 3,06 milhões de veículos no Brasil em 2008, alta de 24 por cento sobre o ano anterior. "Este ano, no Brasil, o mercado está perfeito. Já estamos no segundo ano com crescimento acima de 20 por cento."

Schmall informou que a Volkswagen prevê fabricar no Brasil em 2008 cerca de 800 mil veículos, chegando em 2009 a 900 mil unidades.

Pedágios mais caros em São Paulo

As tarifas dos pedágios das rodovias paulistas ficarão até 11,53% mais caras a partir da meia-noite desta terça-feira (1º). O reajuste maior, feito pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), vale para as 12 concessionárias estaduais, entre elas Autoban, ViaNorte, Autovias, Ecovias e Via Oeste

Nas rodovias administradas pela Dersa Desenvolvimento Rodoviário e pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER), o aumento determinado pelo Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE é de 5,57%. O reajuste diz respeito ao período de junho de 2007 a maio de 2008.

Com o reajuste de 11,53%, quem for de carro de passeio de São Paulo a Santos pela Rodovia Anchieta passará a pagar R$ 17 na praça de pedágio de Riacho Grande. O mesmo valor vale para a Imigrantes. As estradas estão sob concessão da Ecovias.

De São Paulo a Itu, pela Castello Branco, há pedágios de R$ 6,30 em Osasco e R$ 10,80 em Itapevi - total de R$ 17,10. Para quem pretende seguir viagem no sentido Sorocaba, na praça de pedágio Itu, o valor subiu para R$ 7,20. Pela Rodovia Raposo Tavares, é preciso pagar R$ 5,40 em São Roque e R$ 2,30 em Araçoiaba da Serra - total de R$ 7,70. A concessão nesses trechos é da Viaoeste.

Para ir da capital paulista a Campinas pela Anhangüera ou pela Bandeirantes, rodovias administradas pela Autoban, é preciso pagar dois pedágios - R$ 5,90 até Jundiaí e mais R$ 5,90 até Campinas. Em Araraquara, no trecho São Carlos-Mirassol (administrado pela Triângulo), a taxa sobe de R$ 9,30 para R$ 10,40.

Sob concessão da Dersa, as rodovias D. Pedro I e Ayrton Senna sofrerão um reajuste de R$ 8,10 para R$ 8,60. Nas rodovias Carvalho Pinto e Raposo Tavares, o pedágio custará R$ 4,90. Antes, a cobrança era de R$ 4,60.

Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o reajuste é aplicado sobre a tarifa quilométrica dos pedágios, base tarifária igual para todas as rodovias concedidas do Estado (exceto Rodoanel) que varia de acordo com o tipo de pista. Cada praça de pedágio efetua a cobrança de um determinado trecho rodoviário (em quilômetros) denominado Trecho de Cobertura do Pedágio (TCP) que é multiplicado pelo valor da tarifa quilométrica.


Fonte

Adieu Francois

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...Francois Cevert...